quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Elvis Presley; o início do que nunca morrerá

Elvis Aaron Presley iniciou sua vida no dia 8 de janeiro de 1935. Dez anos depois, foi presenteado por seu pai, com um violão, e o nomeou seu companheiro de todas as horas. Mas alguns anos depois, seu pai o criticava, dizendo que ele deveria se empenhar numa profissão que lhe desse renda sustentável; como sugestão "eletrecista".
Mas Elvis Presley nunca deu ouvidos e sempre confiou em si e no seu talento, começando sua carreira profissional de forma insistente, na gravadora "Memphis Recording Service", em 1953; onde gravou seus primeiros sucessos como "That's All Right, Mama" e "Blue Moon of Kentucky", provocando grande entusiasmo em Sam Phillips (dono da gravadora) que, foi responsável pela gravação do primeiro compácto de Elvis.

À partir daí, Elvis passou a ganhar as estações de rádio de Memphis e a se apresentar em shows por toda redondeza.

Sua carreira passou, então, a ser empresariada por Tom Parker (O Coronel); que dizia tudo o que Elvis podia ou não fazer. E, apesar das perseguições de uma sociedade mais conservadora, que apontavam como vulgar as apresentaçãoes de Elvis Presley; ele passou a ser chamado de “O Rei do Rock”.

Toda aquela fama musical não era suficiente para saciar o Rei. Elvis, desde sua infância, sonhava com as telas de cinema, onde até decorava algumas falas enquanto trabalhou como lanterninha num cinema.
Elvis Presley desejava ser uma estrela de cinema como James Deen. Mas infelizmente, durante toda sua carreira cinematográfica gravou apenas filmes musicais, lhe causando grandes frustrações.

A ida de Elvis ao exército, em 1958, foi através de uma convocação real, porém usada por Tom Parker para expansão de sua popularidade. Ele permaneceu na Alemanha de 1958 até 1960; mas com a morte de sua mãe em 1958, Elvis jamais tornou a ser a mesma pessoa; que por ironia, naquela mesma época, já era o maior ídolo mundial de todos os tempos.

Quando Elvis voltou da Alemanha, se afastou dos palcos, por vontade própria, durante 8 anos.

Seu retorno foi marcado com um show televisionado e gravado, em 1968. Neste mesmo show, pouco antes do início, Elvis temeu não ter mais coragem de subir aos palcos e, por muito pouco este show não foi cancelado. Mas ele superou seu receio e mostrou o porque era chamado de “Rei do Rock”.
À partir de 1969, Elvis retomou suas apresentações aos palcos, e passou a realizar várias temporadas anuais.
Desta data em diante, muitos críticos da época disseram que este teria sido um período de transição na carreira de Elvis; pois estava trocando sua performance espontânea, tão cativante; mas de certa forma ingênua e amadora, por uma performance mais profissional e exuberante, com roupas mais extravagantes e estilizadas, além do amadurecimento de sua voz, que marcou seus espetáculos históricos como magistrais.
Elvis também tinha uma grande postura, no qual chegava à ponto de quase ignorar Prefeitos de grandes cidades, para cumprimentar simples faxineiros. O que ele alegava era: "Eles não precisam de mim; os faxineiros precisam".

Presley, sempre teve um bom coração e, apesar de ser considerado o “Rei do Rock”, sempre teve um enorme carisma pela música gospel. Mas pelo fato do “Rock” tê-lo destacado como uma pessoa ímpar, por pressão do Coronel e dos donos das gravadoras; Elvis se continha em não cantar as músicas que desejava.
Até que, surpreendendo à todos e contrariando muitos, Elvis lança seu primeiro álbum gospel e o inclui em suas apresentações, seguindo seus instintos e, de certa maneira, procurando homenagear sua mãe.

A verdade é que Elvis sempre se culpou pela morte de sua mãe. Ele dizia que se, talvez, tivesse dado ouvidos a ela e parado com sua carreira para ficar ao seu lado, ela não teria partido tão cedo.
Elvis Presley, além de ter uma personalidade difícil, podendo se transformar de um minuto para outro, em uma pessoa amável e falante, numa pessoa irritada e até mesmo infeliz, era hipocondríaco e, devido ao seu ritmo de vida, se viciou ainda mais no uso abusivo de medicamentos, depois dos anos 70.
Somado aos seus problemas de saúde já existentes, como de fígado e no cólon; o que lhe gerava fortes dores. Mais tarde, com a descoberta de que ele tinha câncer nos ossos, passou à utilizar medicamentos ainda mais fortes, como morfina, entre outros. O que acabou lhe ocasionando inchaço, dando a aparência de “gordo”. Esse conjunto de fatores deteriorou todo seu organismo, provocando-lhe problemas cardíacos.

No dia 16 de agosto de 1977, o corpo de Elvis foi encontrado em sua suíte na mansão Graceland. A causa da morte foi um colapso fulminante associado à disfunção cardíaca.
A morte de Elvis Presley surpreendeu e parou o mundo.
O caixão de Elvis foi apreciado pela última vez no dia 18, ao som de canções gospel, cantadas pelos “Stamps” (Grupo gospel muito admirado por Elvis).

Uma enorme polêmica envolvendo o tema “Elvis não morreu”, surgiu após sua morte como forma de desabafo, na idéia da não aceitação da partida do Rei do Rock, Elvis Presley.
Polêmica ao qual se faz jus; Elvis Presley deu “o início do que nunca morrerá”; o rock.




Arquivo Pessoal - Hermínio Corrêa


terça-feira, 18 de novembro de 2008

Senna...

Mestre... Ídolo mais que absoluto... Um exemplo de caráter... Coração maravilhoso... Batalhador, lutador, vitorioso!... Identificação? Apenas em paixões... Velocidade, quebra dos limites e barreiras... Todas ficam para trás, pois quando se trata do ronco dos motores; o mundo todo desaparece... É somente você, seu coração, superação e inteligência... Ultrapassar não é apenas passar. É a certeza de que quem está atrás de você, não voltará à sua frente novamente. Que se torne uma etapa vencida; concretizada... Nossa pátria? Nossos pais; nossos nomes e sobrenomes... Ayrton Senna do Brasil? Não!... Ayrton Senna da Silva!... Obrigado pelo aprendizado...



Hermínio Corrêa

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Dialetar...

Milhares de ditados populares fazem a diferença, em nosso dia-a-dia. Variando de região para região, não importa onde quer que seja, sempre se ouve um: “Quem tem pressa, come cru”; ou “Quem tem boca, vai a Roma”.
Diariamente, novos dialetos dão origem à vida e, por que não poderia ser “Quem tem pressa, vai a Roma”?
Já que ”quem tem boca vai a Roma”; por que não à Inglaterra?
Diante da unificação da Europa, e com a facilidade de locomoção de um país para outro, esse dialeto poderia ser muito bem adaptado, para melhor se aplicar na realidade atual, não?!
E, por que só os apressadinhos, que sempre comem cru? E aqueles que tem o paladar para a alimentação “mal passada”? Esses não se encaixariam no dialeto?!
Ora, venhamos e convenhamos; estamos no século XXI! Onde ONG’s e mais ONG’s, lutam, diariamente contra os mais diversos tipos de preconceito.
Está mais do que na hora de mudar esse país!
Criemos novos dialetos, para que fiquem escassas, piadinhas do gênero “preto no branco”! Vamos deixar a Xuxa com o Pelé em paz?!
Renovemos as recomendações de nossos avós, onde “quem muito abaixa, a bunda mostra”; já que nos dias de hoje, não é preciso muito baixar, para que isso aconteça! Viva as “mini’s”!
Façamos algo de útil, para que amanhã, não precisemos “chorar pelo leite derramado”; uma vez que leite em latão, é coisa do passado.
E, não importa quão difícil será essa batalha, pois, “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.
Somente através de muito esforço, “nem que a vaca tussa”, nosso trabalho será uma perda de tempo.
Teremos que dispor de muita garra, para que quando estivermos no meio do caminho, não queiramos “chutar o pau da barraca”.
Aliás, o que pouca gente sabe, é que muitas fábricas de barracas desenvolveram um novo design de barracas, utilizando cordas, através deste ditado.
Diante de uma pesquisa feita no Texas, EUA; comprovou-se o descontentamento da medicina para com as barracas do modelo “of tree”; que em português, chamamos “de árvore”; subentendida “de pau”.
O fato deu-se, devido ao desentendimento de casais com humores alterados, procurando entender-se nos locais de “camping”. Local este, onde nasceu este ditado; pois depois de muito tentarem se entender, o final era sempre o mesmo; ambos “chutavam o pau da barraca”.
Posteriormente aos fatos, todos se encaminhavam até o hospital mais próximo, o que causou o descontentamento da medicina para com a barraca “of tree”.
Já que houve o aperfeiçoamento deste material; deveria, também, acompanhar a evolução, este ditado; tornando-se “chutar a corda da barraca”.
Devido ao novo design, a facilidade de montagem, fez com que um maior número de jovens começassem a freqüentar o espaço de camping. Por isso, encontrar um jovem “com a barraca armada”, se tornou tão comum.

O Brasil, por ser um país tropical, é recordista em quantidade de raios, que caem diariamente sobre sua extensão. Este fato, não anula a incapacidade de identificação de algumas pessoas, ao mandar uma pessoa indesejada, “para o raio que o parta”, num dia ensolarado.
É óbvio que esta pessoa terá que esperar um dia propício para este feito.
O mesmo serve para quem pede para àqueles que o odeia ir “para o diabo que te carregue”. Este é um caso a parte, onde temos que analisar, cuidadosamente cada pessoa antes de soltar, aos berros, este ditado.
Por exemplo: Não sabemos se o coitado do diabo é tão forte quanto o Arnold Schwarzenegger, ao mandar um gordinho à Jô Soares, para o diabo carregar.
E, também temos que tomar o máximo de cuidado ao dizer “vai para o inferno”, a torto e a direito, por aí!
Não conhecemos a vida de todos, para que possamos dizer isso. E, se por acaso, no trânsito, você berra: “vai para o inferno”, para o carro que está à sua frente e, nele, está um coroinha de igreja. Este jamais irá para o inferno e sim, ao céu.
Não é nenhum pecado “dialetar”, mas também, não temos a necessidade de desgastar, em vão, a imagem deste.
Então, façamos nossa parte e, tentemos acertar, pois “errar é humano” e, não tenhamos medo de errar porque “Deus escreve certo por linhas tortas”.
Digo assim feliz, por errar tanto e saber que ainda errarei. Mas “tudo em nome da ciência” de nossos dialetos.
Mesmo que me chamem de "doido de pedra"; eu não ligarei! Já que para o meu entendimento, um "doido de pedra" nada mais é do que a estátua do Mr. Been!


Por Hermínio Corrêa