Milhares de ditados populares fazem a diferença, em nosso dia-a-dia. Variando de região para região, não importa onde quer que seja, sempre se ouve um: “Quem tem pressa, com
e cru”; ou “Quem tem boca, vai a Roma”.
Diariamente, novos dialetos dão origem à vida e, por que não poderia ser “Quem tem pressa, vai a Roma”?
Já que ”quem tem boca vai a Roma”; por que não à Inglaterra?
Diante da unificação da Europa, e com a facilidade de locomoção de um país para outro, esse dialeto poderia ser muito bem adaptado, para melhor se aplicar na realidade atual, não?!
E, por que só os apressadinhos, que sempre comem cru? E aqueles que tem o paladar para a alimentação “mal passada”? Esses não se encaixariam no dialeto?!
Ora, venhamos e convenhamos; estamos no século XXI! Onde ONG’s e mais ONG’s, lutam, diariamente contra os mais diversos tipos de preconceito.
Está mais do que na hora de mudar esse país!
Criemos novos dialetos, para que fiquem escassas, piadinhas do gênero “preto no branco”! Vamos deixar a Xuxa com o Pelé em paz?!
Renovemos as recomendações de nossos avós, onde “quem muito abaixa, a bunda mostra”; já que nos dias de hoje, não é preciso muito baixar, para que isso aconteça! Viva as “mini’s”!
Façamos algo de útil, para que amanhã, não precisemos “chorar pelo leite derramado”; uma vez que leite em latão, é coisa do passado.
E, não importa quão difícil será essa batalha, pois, “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.
Somente através de muito esforço, “nem que a vaca tussa”, nosso trabalho será uma perda de tempo.
Teremos que dispor de muita garra, para que quando estivermos no meio do caminho, não queiramos “chutar o pau da barraca”.
Aliás, o que pouca gente sabe, é que muitas fábricas de barracas desenvolveram um novo design de barracas, utilizando cordas, através deste ditado.
Diante de uma pesquisa feita no Texas, EUA; comprovou-se o descontentamento da medicina para com as barracas do modelo “of tree”; que em português, chamamos “de árvore”; subentendida “de pau”.
O fato deu-se, devido ao desentendimento de casais com humores alterados, procurando entender-se nos locais de “camping”. Local este, onde nasceu este ditado; pois depois de muito tentarem se entender, o final era sempre o mesmo; ambos “chutavam o pau da barraca”.
Posteriormente aos fatos, todos se encaminhavam até o hospital mais próximo, o que causou o descontentamento da medicina para com a barraca “of tree”.
Já que houve o aperfeiçoamento deste material; deveria, também, acompanhar a evolução, este ditado; tornando-se “chutar a corda da barraca”.
Devido ao novo design, a facilidade de montagem, fez com que um maior número de jovens começassem a freqüentar o espaço de camping. Por isso, encontrar um jovem “com a barraca armada”, se tornou tão comum.
O Brasil, por ser um país tropical, é recordista em quantidade de raios, que caem diariamente sobre sua extensão. Este fato, não anula a incapacidade de identificação de algumas pessoas, ao mandar uma pessoa indesejada, “para o raio que o parta”, num dia ensolarado.
É óbvio que esta pessoa terá que esperar um dia propício para este feito.
O mesmo serve para quem pede para àqueles que o odeia ir “para o diabo que te carregue”. Este é um caso a parte, onde temos que analisar, cuidadosamente cada pessoa antes de soltar, aos berros, este ditado.
Por exemplo: Não sabemos se o coitado do diabo é tão forte quanto o Arnold Schwarzenegger, ao mandar um gordinho à Jô Soares, para o diabo carregar.
E, também temos que tomar o máximo de cuidado ao dizer “vai para o inferno”, a torto e a direito, por aí!
Não conhecemos a vida de todos, para que possamos dizer isso. E, se por acaso, no trânsito, você berra: “vai para o inferno”, para o carro que está à sua frente e, nele, está um coroinha de igreja. Este jamais irá para o inferno e sim, ao céu.
Não é nenhum pecado “dialetar”, mas também, não temos a necessidade de desgastar, em vão, a imagem deste.
Então, façamos nossa parte e, tentemos acertar, pois “errar é humano” e, não tenhamos medo de errar porque “Deus escreve certo por linhas tortas”.
Digo assim feliz, por errar tanto e saber que ainda errarei. Mas “tudo em nome da ciência” de nossos dialetos.
Mesmo que me chamem de "doido de pedra"; eu não ligarei! Já que para o meu entendimento, um "doido de pedra" nada mais é do que a estátua do Mr. Been!
e cru”; ou “Quem tem boca, vai a Roma”.Diariamente, novos dialetos dão origem à vida e, por que não poderia ser “Quem tem pressa, vai a Roma”?
Já que ”quem tem boca vai a Roma”; por que não à Inglaterra?
Diante da unificação da Europa, e com a facilidade de locomoção de um país para outro, esse dialeto poderia ser muito bem adaptado, para melhor se aplicar na realidade atual, não?!
E, por que só os apressadinhos, que sempre comem cru? E aqueles que tem o paladar para a alimentação “mal passada”? Esses não se encaixariam no dialeto?!
Ora, venhamos e convenhamos; estamos no século XXI! Onde ONG’s e mais ONG’s, lutam, diariamente contra os mais diversos tipos de preconceito.
Está mais do que na hora de mudar esse país!
Criemos novos dialetos, para que fiquem escassas, piadinhas do gênero “preto no branco”! Vamos deixar a Xuxa com o Pelé em paz?!
Renovemos as recomendações de nossos avós, onde “quem muito abaixa, a bunda mostra”; já que nos dias de hoje, não é preciso muito baixar, para que isso aconteça! Viva as “mini’s”!
Façamos algo de útil, para que amanhã, não precisemos “chorar pelo leite derramado”; uma vez que leite em latão, é coisa do passado.
E, não importa quão difícil será essa batalha, pois, “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.
Somente através de muito esforço, “nem que a vaca tussa”, nosso trabalho será uma perda de tempo.
Teremos que dispor de muita garra, para que quando estivermos no meio do caminho, não queiramos “chutar o pau da barraca”.
Aliás, o que pouca gente sabe, é que muitas fábricas de barracas desenvolveram um novo design de barracas, utilizando cordas, através deste ditado.
Diante de uma pesquisa feita no Texas, EUA; comprovou-se o descontentamento da medicina para com as barracas do modelo “of tree”; que em português, chamamos “de árvore”; subentendida “de pau”.
O fato deu-se, devido ao desentendimento de casais com humores alterados, procurando entender-se nos locais de “camping”. Local este, onde nasceu este ditado; pois depois de muito tentarem se entender, o final era sempre o mesmo; ambos “chutavam o pau da barraca”.
Posteriormente aos fatos, todos se encaminhavam até o hospital mais próximo, o que causou o descontentamento da medicina para com a barraca “of tree”.
Já que houve o aperfeiçoamento deste material; deveria, também, acompanhar a evolução, este ditado; tornando-se “chutar a corda da barraca”.
Devido ao novo design, a facilidade de montagem, fez com que um maior número de jovens começassem a freqüentar o espaço de camping. Por isso, encontrar um jovem “com a barraca armada”, se tornou tão comum.
O Brasil, por ser um país tropical, é recordista em quantidade de raios, que caem diariamente sobre sua extensão. Este fato, não anula a incapacidade de identificação de algumas pessoas, ao mandar uma pessoa indesejada, “para o raio que o parta”, num dia ensolarado.
É óbvio que esta pessoa terá que esperar um dia propício para este feito.
O mesmo serve para quem pede para àqueles que o odeia ir “para o diabo que te carregue”. Este é um caso a parte, onde temos que analisar, cuidadosamente cada pessoa antes de soltar, aos berros, este ditado.
Por exemplo: Não sabemos se o coitado do diabo é tão forte quanto o Arnold Schwarzenegger, ao mandar um gordinho à Jô Soares, para o diabo carregar.
E, também temos que tomar o máximo de cuidado ao dizer “vai para o inferno”, a torto e a direito, por aí!
Não conhecemos a vida de todos, para que possamos dizer isso. E, se por acaso, no trânsito, você berra: “vai para o inferno”, para o carro que está à sua frente e, nele, está um coroinha de igreja. Este jamais irá para o inferno e sim, ao céu.
Não é nenhum pecado “dialetar”, mas também, não temos a necessidade de desgastar, em vão, a imagem deste.
Então, façamos nossa parte e, tentemos acertar, pois “errar é humano” e, não tenhamos medo de errar porque “Deus escreve certo por linhas tortas”.
Digo assim feliz, por errar tanto e saber que ainda errarei. Mas “tudo em nome da ciência” de nossos dialetos.
Mesmo que me chamem de "doido de pedra"; eu não ligarei! Já que para o meu entendimento, um "doido de pedra" nada mais é do que a estátua do Mr. Been!
Por Hermínio Corrêa

3 comentários:
vc esqueceu de mencionar que "passarinho que dorme com morcego acorda de cabeça pra baixo", afinal nos dias de hj "piriquitas que dormem com morcego acordam com pescoço camuflado"... haushuahus tbm poderiamos substituir o tal do "juízo, hein" (mto utilizado pelos pais qdo estamos de saída pra balada)pelo "num vai deixar a cerveja congelar"... huashuahshah vc me entende neh...
Nossa...fikou bem legal o blog...curti....
abracos
Obrigado.... Volte sempre!!!!..
Comente sempre que quiser.... Nossas melhoras surgem à partir das crítias...hehe
Abraço
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